24 de setembro de 2015

Made in Portugal

Numa altura em que "o ser Português" está na moda, em que Portugal (re)começa a ser conhecido com um destino/país de qualidade, faz-me alguma confusão que alguns dos meus conterrâneos encham a boca para dizer a alto e bom som: "eu não vejo cinema português", "eu detesto as novelas portuguesas", "eu só vou de férias para o estrangeiro", "pagar tanto por um produto português?!".  Eu estou cada vez mais apaixonada pelo meu país. Este ano passei umas belíssimas férias em Portugal, como e bebo fora por pouco dinheiro (comparativamente ao estrangeiro), não perco um episódio da novela "Única Mulher" e fui esta semana ver mais um filme português ao cinema "O Pátio das Cantigas". Não sendo brilhante, foi um bom filme. Deu para rir e passar um óptimo bocado. Não se assemelha (na minha opinião) à qualidade do "Os gatos não têm vertigens" ou "A gaiola dourada", mas gostei. Mais do que defender aquilo que é nosso só porque sim devemos, acima de tudo, abrir horizontes, deixar de ser pequeninos e perceber que Portugal não está só na moda porque sim. Portugal tem, efectivamente, qualidade aos mais diversos níveis e pode ter ainda mais. Basta termos orgulho no que somos e acreditarmos nas nossas potencialidades. Bem ou mal, a nossa vizinha Espanha, nesse aspecto, dá-nos uma lição com o seu patriotismo típico... podemos importar isto para nós?
P.S. O título, apenas está em inglês, por o "Made in" ser uma expressão universal.

22 de setembro de 2015

3 meses depois do último post...

... regresso aqui ao estaminé. Já disse aqui algumas vezes que o que de bom o smartphone trouxe à minha vida, também retirou algumas coisas, nomeadamente, a ida quase diária ao computador e, consequentemente, à escrita. Não que não tenha nada para dizer, não que não tenha nada para mostrar, mas simplesmente porque não indo ao computador, não escrevo. E assim se passaram 3 meses. Muito amor, muita praia, muita curtição e muita felicidade no coração. Vou, de agora em diante (e porque Setembro é, para mim, um mês de planos e recomeços), fazer um esforço para voltar a ser mais assídua aqui por estas bandas. Porque, como eu costumo dizer, escrevo, acima de tudo, para mim.

13 de junho de 2015

Santo António

Como devota que sou do meu rico Santo Antoninho, este ano decidi (porque ele merece!!) dedicar-lhe umas palavras. Aqui vão:

Ó meu rico Santo António,
Este ano estou contente,
Mandaste-me um moçoilo,
Que até me faz "arreganhar o dente".

Ó meu rico Santo Antoninho,
Meu santo casamenteiro,
Ainda bem que te lembraste,
Que também é importante o dinheiro.

Às vezes andamos às turras,
Ele quase sempre é culpado,
Mas rapidamente fazemos as pazes,
Que eu não gosto cá do caldo entornado.

A espera foi um pouco longa,
E com algum medo de ficar pra tia,
Mas valeu a pena aguardar,
Porque o amo mais a cada dia.


P.S. Até sermos velhinhos querido B...

9 de maio de 2015

Chamem-lhe burra...

Aiiiii Irina de um raio que és mais esperta do que um rato e "trocaste" o famoso CR pelo não menos famoso (e assim de repente só 10 000 vezes mais giro!!) Bradleyzinho do meu coração (logo este que eu gosto desde sempre...Snif! Snif!). Não sei que te faça, raça de miúda!!


6 de maio de 2015

Pequenas coisas tornam-se grandes quando feitas com amor...

Não restam dúvidas que o amor está mesmo nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, nos olhares, no toque, no cheiro, no sabor de um beijo. O amor está no respeito, na comunicação, na admiração, na compreensão, na tolerância, na atracção, no convívio, na partilha. O amor está no dia-a-dia e não apenas nas datas especiais e, estas imagens, são uma delícia de tão fofas e reais que são. Pequenas coisas tornam-se grandes (enormes mesmo!) quando feitas com amor e que seja sempre possível saber apreciar estes gestos e estimar quem amamos... até sermos velhinhos. Isso é o melhor de tudo.


2 de maio de 2015

Nota mental para 2015...

...tentar fazer greve à TAP e não voar com esta companhia. Queria só ver se as pessoas conseguissem prejudicar as vidas destes seres que se acham "superiores" tanto ou mais como têm prejudicado os seus clientes e deixassem de voar com eles... Uma vergonha a atitude e o desrespeito pelo estado do país, pelo impacto no turismo e, sobretudo, pelas pessoas. Tenho dito.