17 de março de 2014
Balões
Desde sempre achei piada a balões de ar quente (os de São João incluídos!!), piada essa que ficou mais marcada depois de ver um dos meus filmes de animação preferidos (sobretudo pela história de amor de base): UP. Gosto de balões na decoração, em festas infantis (grande ideia da minha querida amiga Z. para o baptizado da pequena M.), em pequenos apontamentos de moda/acessórios e gosto de balões mesmo!! Vai daí, fiquei em pulgas com a mega promoção da Groupon, com uma viagem de balão!! Acho que deve ser uma experiência empolgante e sedutora (acho tão, mas tão romântico!) e estou, seriamente, a pensar perder a cabeça!! (pena não fazer anos por agora, esta ia direitinha para a minha wishlist!). Já alguém andou por aí? Gostaram? Aconselham?
14 de março de 2014
Desejos para 2014... *10
Último desejo para 2014: apreciar. As manhãs de sol, os sorrisos que nos tiram sorrisos, as mensagens espontâneas de quem nos quer bem, as minhas conquistas, as gargalhadas, os votos de confiança, os passeios pela cidade, as leituras de histórias infantis, as brincadeiras, as confissões, a cumplicidade, o calor, a brisa fresca, o amor, a amizade e a vida. Apreciar. Ponto.
13 de março de 2014
Desejos para 2014... *9
Acreditar que há sempre um caminho alternativo, como me diz o José Micard Teixeira neste belíssimo texto. Atentem:
“Existe sempre um caminho alternativo àquele em que estás neste momento. Por vezes, parece-te impossível sair dele, mas não duvides nem um segundo que podes mudar tudo o que quiseres, desde que o queiras bastante. Convenceram-te que o pouco já é suficiente e fizeram-te pensar demasiado na hipótese de que se arriscares podes vir a perder tudo. No entanto, acredita que se não fizeres alguma coisa, nada de maior vai acontecer na tua vida e tudo permanecerá na mesma. Todos os teus dias serão iguais e ficarão assim para sempre. A cada dia, olhas à tua volta e não vislumbras qualquer solução. O desespero tornou-se teu aliado e a ansiedade tomou conta da tua existência. Contudo, acredita que tudo pode ser diferente. Se quiseres muito, existe sempre uma alternativa, nem que seja apenas provisória. Podes até perder tudo, mas se tal acontecer é unicamente porque aquilo que tinhas já não te pertencia há muito. Além do mais, perder não significa nada mais que a possibilidade de ganhar algo de novo e diferente. Quando arriscas mudar, ganhas sempre alguma coisa. Podes até não perceber de imediato qual o ganho, mas quando entenderes a perda, tal ficará mais claro para ti. Nesse dia, nada mais será visto de forma igual, porque finalmente compreenderás que existem ganhos nas maiores perdas e lições nas mais pequenas mudanças.”
11 de março de 2014
Desejos para 2014...*8
Perder-me. De amores, nos caminhos e nas horas. Perder-me, mas sem perder o rumo. (Re)descobrir novas pessoas (eu, inclusive), novas ruas da(s) minha(s) cidade(s) e novos ritmos de vida. Perder-me, reencontrando-me. Eis algumas fotos de uma das minhas últimas "perdições" enquanto, num final de tarde, me dirigia para o trabalho por caminhos pelos quais nunca tive tempo (ou vontade ou predisposição para...) para explorar.
10 de março de 2014
In love... *8
... com artigos de decoração alusivos a pássaros! Gosto imenso de pássaros (animal), de pássaros na moda e, mais recentemente, na decoração! Estou apaixonada por esta almofada que a minha querida amiga F. me deu (amorei!) e por esta gaiola que comprei com a minha querida amiga S. (bela recompensa depois da nossa caminhada!).
7 de março de 2014
Alimentar o amor
"Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir.
Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Faltam-nos guardiões.
É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar.
Estou um pouco farto de revolucionários. Sei do que falo porque eu próprio sou revolucionário. Como toda a gente. Mudo quando posso e, apesar dos meus princípios, não suporto a autoridade.
É tão fácil ser rebelde. Pica tão bem ser irreverente. Criar é tão giro. As pessoas adoram um gozão, um malcriado, um aventureiro. É o que eu sou. Estas crónicas provam-no. Mas queria que mostrassem também que não é isso que eu prezo e que não é só isso que eu sou.
Se eu fosse forte, seria um verdadeiro conservador. Mudar é um instinto animal. Conservar, porque vai contra a natureza, é que é humano. Gosto mais de quem desenterra do que de quem planta. Gosto mais do arqueólogo do que do arquitecto. Gosto de académicos, de coleccionadores, de bibliotecários, de antologistas, de jardineiros.
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar."
Texto do sempre brilhante Miguel Esteves Cardoso.
5 de março de 2014
In love... *7
... com este filme de animação (confesso que fiquei com a lagrimita no canto do olho!) e com este (confesso que me parti a rir com a parte final!).
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