21 de janeiro de 2014

Mhami... *1

Pequena M. em casa = vontade de experiências (conjuntas) na cozinha. Hoje deu nisto: deliciosos queques de pepitas de chocolate Milka (pré-feito da marca Royal, à venda num supermercado perto de si. E não, não tenho comissão por esta pseudo-publicidade. Antes tivesse para poder empanturrar-me!!).

18 de janeiro de 2014

Medo de errar

"Ter medo de errar é um erro. É sempre um erro. E é o único erro que não tem perdão. Sou maravilhado por quem erra. Por quem sabe que, por fazer, por tentar, pode errar. E são as melhores pessoas, convence-te disso, quem mais erra. São as pessoas que vão aos limites (e os ultrapassam sempre que lá chegam), que se testam como se não houvesse amanhã, como se o agora fosse tudo o que há para haver. E é: o agora é tudo o que há para haver. O agora é o que tens: é sempre o que tens. Nunca és mais do que aquilo que és agora. Por mais que penses no antes, por mais que projectes o depois: o que és é o que és agora. Sempre agora. Nada mais do que agora. E agora? Agora pega em ti e ousa errar. Não erres propositadamente. Errar de propósito não é errar – é mirrar. É pré-errar. É sabotar o próprio erro – e querer, com isso, diminuir-lhe o impacto. Errar de propósito é acertar em cheio naquilo que não deve ser errar: uma dor pequenita. Nada disso. Errar tem de doer em grande. Errar deve doer em grande. Errar tem de fazer chorar, cantar, gritar, gemer ou correr. Errar tem de provocar. Tem de provocar reacções, compulsões, compressões ou simplesmente mutações. Porque só o erro gera a mudança, só o erro obriga à mudança. Só o erro te leva na direcção mais acertada. Qualquer livro de História te comprova que estou certo."
P.S. Texto de Pedro Chagas Freitas in Às Nove no Meu Blogue.

14 de janeiro de 2014

Mãos

"Não digas nada, dá-me só a mão. Palavra de honra que não é preciso dizer nada, a mão chega. Parece-te estranho que a mão chegue, não é, mas chega. (…) Se calhar sou uma pessoa carente. Se calhar nem sequer sou carente, sou só parvo." Ou parva, neste caso, mas a verdade é que, às vezes (muitas vezes até), uma mão (um abraço, um olhar, um sorriso, um ombro...) vale mais do que mil palavras... e dá aquele aconchego que nos enche a alma e o coração.
P.S. - Texto de António Lobo Antunes

13 de janeiro de 2014

Afinal os homens também choram...

... e o nosso Cristiano chora como um menino! Que coisa fofa o agradecimento dele (e em Português! É assim mesmo!) depois de receber o prémio de melhor jogador do mundo pela FIFA (Bola de Ouro). Prémio mais do que merecido e quem o gozou e ridicularizou teve de meter o rabinho entre as pernas (e o Messi, que é um querido, também devia fazer o mesmo, mas por causa daquele fato horrendo que ele estava a usar. O do CR era feiote, mas o do Messi... nem há palavras!). Estava ali muita emoção contida, algum sentimento de injustiça, muita felicidade e alegria, tudo à mistura com muito orgulho nele próprio... e muito orgulho da nossa parte nos feitos desta marca portuguesa: Cristiano Ronaldo, na história do Mundo para sempre.
O filho "desarmou-o"...
Momento "Podem soltar os fogos" (como melhorou no seu discurso em relação ao de 2008!).
Não é por maldade, mas não consigo deixar de partilhar esta foto que vi há uns tempos! Quanto me ri!!

12 de janeiro de 2014

Desejo(s) para 2014...*4

Descomplicar. Noto, que nos últimos tempos, tenho aplicado com maior frequência este "verbo" do dicionário, mas sinto que tenho de aplicar ainda mais. Viver o momento, mesmo que não corresponda ao que idealizei. Idealizar menos. Viver mais.

10 de janeiro de 2014

In love... 5*

... com esta música. Romântica, intensa mas, ao mesmo tempo, simples... como o amor deve ser.