18 de novembro de 2013

In love...*1

... com a(s) minha(s) cidade(s). As fotos não fazem justiça à beleza das vistas, quer da cidade, quer do próprio hotel - The Yeatman. Vale a pena e fiquei ainda com mais vontade de lá voltar durante o dia (aquela piscina com vistas para o Douro... Oh la la!!). Acompanhem com esta música.

16 de novembro de 2013

Aviso à navegação *2

Se há loja onde não me importava nadica de nada de ficar fechada (assim do género "barricada") era na Fnac. Gosto imenso desta loja, desde o atendimento aos produtos. Sou capaz de ficar tempos infinitos (garanto-vos que não dou pelo tempo passar) a ver livros (pena não poder comprá-los!): desde as imagens, aos resumos, passando por pequenos excertos. Por isso, não podia ter ficado mais contente quando, ao fazer o trabalho de casa (leia-se, ver o que quero comprar atempadamente e num dia sem confusão) para o dia aderente (hoje e amanhã), me deparo com a promoção da minha vida de leitora (válida até 24 de Dezembro): leve 4 livros e pague só 3!! É certo que a oferta é do livro de menor valor e que nem todos os livros entram, mas entram tantos, mas tantos, mas tantos, que é impossível não encontrarem alguns que queiram! Acho que vale a pena aproveitar para o Natal! :)

14 de novembro de 2013

Ho Ho Ho...

... O Pai natal chegou mais cedo!! Há já algum tempo que eu e a querida M. tínhamos falado de uma parceria/passatempo no estaminé Me Encanta la Moda. E eis que o dia chegou... hoje!! 14 de Novembro! Têm uma semana para participar e ganhar este quadro fófi fófi da Simply Happy! Espero que gostem... e participem!! Vejam mais aqui.

12 de novembro de 2013

TPC

As crianças devem ou não levar trabalhos para casa (TPC), sim ou não? A minha resposta: sim e não. Sim, devem levar alguns trabalhos de casa; Não, não devem levar montanhas de trabalhos de casa. Pessoalmente, acho que nos últimos anos têm-se assistido a uma passagem assustadora das responsabilidades pedagógicas dos professores para os pais e não acho que isso deva acontecer. Os pais têm sim, um papel fundamental no ensino formal dos putos, mas não têm obrigação de passar o pouco tempo disponível com os filhos a estudar, ensinar, rever matérias que eles próprios desconhecem (sim, porque, infelizmente, nem todos os miúdos têm pais que estudaram e nem todos têm dinheiro para andar num ATL/Centro de Estudos), ralhar, enfim... tudo aquilo que ninguém quer: nem os pais, nem os filhos (e acredito, que nem os professores). Já pensei que isto se devesse às constantes alterações dos programas curriculares, mas se estes são iguais para todos, por que é que uns professores enviam tantos trabalhos e outros não? Por que é que uns enviam para casa matérias que ainda nem deram nas aulas e outros não? Não se deverá à conduta pedagógica de cada um dos professores individualmente e menos de todos enquanto classe profissional? Sinceramente, cada vez mais acho que é a primeira opção. Trata-se uma pedagogia que, directa ou indirectamente, acaba por favorecer os melhores alunos e/ou os que têm melhores condições de estudo/económicas e, a meu ver, não é isso que se pretende. A escola deve ser inclusiva no verdadeiro sentido da palavra e isso também passa por estes assuntos... Já para não dizer que as crianças têm de ter tempo para BRINCAR!! Hoje em dia, entre as aulas, o ATL, a ginástica disto e o ballett daquilo, a catequese e os jogos de futebol ao fim-de-semana, quanto tempo sobra para brincar?! Quanto tempo (de qualidade) os pais dedicam a brincar (pura e simplesmente brincar) com os seus filhos? Haverá melhor forma de aprender do que a brincar? Gostava muito que, um dia, os cuidadores em geral, percebam o quão importante é brincar com os miúdos, para o seu desenvolvimento harmonioso (de ambas as partes, atenção!) e que o Dia (Nacional, Mundial, ou o que lhe quiserem chamar) do Brincar pode e deve ser todos os dias. Quem não tem meia hora por dia para a dedicar SÓ a brincar?! Temos meia hora por dia para coisas tão menos importantes... portanto, o TPC de hoje em diante para os pais/cuidadores que me lêem é: brincar.

11 de novembro de 2013

Maria Castanha

Se há coisinha que eu gosto nesta vida é do São Martinho (vejam mais sobre a lenda aqui). Não tanto pelas castanhas (são boas, sem dúvida, mas dão muito trabalho a descascar e não se podem comer muitas, sob pena de se instalar grande revolução na minha barriga), mas mais pela lufada de ar fresco (e de energia!!) que esta data costuma trazer consigo... pelo bom tempo que costuma fazer! Este ano não foi excepção. Sol para todo o país e até ao final da semana. Obaaaaa!!:)

6 de novembro de 2013

Como é que se esquece alguém que se ama?

aqui escrevi um pequeno excerto do Miguel Esteves Cardoso e hoje deixo-vos este (obrigada pela partilha M.). Espero que gostem. "Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução. Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar."