20 de junho de 2013

Olhem só quem é que eu hoje trouxe para casa!! Será que me vai saber igual? Era o meu chocolate preferido!! :) Actualização: Sim, sabe igual! Mhamiii! :)

19 de junho de 2013

Bonecos

Às vezes dou por mim a ver bonecos... sozinha. Sim, é vero. Depois da pequena M. sair, eu fico com a TV ligada nos ditos bonecos. Gosto do colorido e da leveza que transmitem. Há alguns muito giros, mas tenho mesmo saudades dos da minha infância (no outro dia a fazer zapping encontrei "Uma Família Feliz" e fiquei mesmo contente!!) . Acordar às 8h da manhã para ver a bonecada era tão fixe! Esperava a semana toda por isso! :) Aviso: Quem não se lembrar dos Ursinhos Carinhosos, Uma Família Feliz, Pequenos Poneys, Estrunfes (não é Smurfs! É Estrunfes!!), O Bocas e Navegante da Lua, está banida/o deste blog! (brincadeirinha!! São todas/os muito bem-vindos!! Mas às vezes só reparo que sou bem mais velha do que algumas amigas quando falámos dos desenhos animados da nossa infância). Estar-me-ei a esquecer de algum?

18 de junho de 2013

Afecto, mimo, palavras e respeito/compreensão também me fazem Feliz (algumas prendinhas e surpresas também são bem-vindas, claro!)!!

15 de junho de 2013

Manolo & Jimmy are girls best friends

Se houver alguma mulher no Mundo que não goste de sapatos, que se acuse. Mais ou menos, acho que todas gostamos de um belo par de sapatos e a verdade é que podem fazer toda a diferença num simples look. É certo que não perco a cabeça e gasto rios de dinheiro num par (isso é mais nas malas, mesmo!), mas se pudesse trazia alguns pares destes para casa. Só tenho pena que as sandálias sejam sempre muito altas! Claro que são lindas e tornam-nos muito elegantes e com ar de femme fatale, mas se há coisa que Deus me deu foi altura suficiente para poder andar sempre de rasas e eu adoro!! O confortável é sempre o melhor. Estes modelitos até que nem são muito caros (tirando as da TH e umas da B&L), mas o problema é não conseguir decidir-me só por uns!! (Calço 39, caso alguém queira assim muito, muito, muito oferecer-me!;) P.S. As duas 1as são da Bershka (Love 1as), as 3as são da Pul & Bear, 4as da Stradivarius (Love), 5as da Zara (Love), 6as da Tommy, 7as, 8as e 9as da Bimba & Lola e últimas da Massimo Dutti (Love 1as, 2as e últimas, ou não fosse eu "coleccionadora" de sabrinas... e bem que agora, depois de ter ido ao podologista - Raio de timming para ir lá, também vos digo! Arghhh! - me dão jeito os diferentes pares que tenho!!).

12 de junho de 2013

Cheira-me que, este mês, vou ter de partir o meu porquinho mealheiro... Já não bastavam os milhentos aniversários, ainda fui "obrigada" pelos papis a ir ao podologista (saem duas unhas de gel, por favor!! Já para não falar do valor das ditas cujas!! Quem mandou não ir no Inverno, quem foi?!) e comprar os medicamentos para o meu Triguinho (65 euros assim a abrir para o raio das artroses). Pelo caminho ainda constatei que a promoção dos 5 euros da La Roche Posay (pela qual estava à espera) acabou no domingo... Arghhhh!! Parece-me que as consultas anuais de rotina e a acupunctura vão ter de esperar mais um pouco, que o porquinho é pequenino :(

11 de junho de 2013

Palavras leva-as o vento...

... ou não. Para mim, definitivamente, não. Se há pessoa que se agarra às palavras, essa pessoa sou eu. Já andava a pensar nisto há algum tempo até que, no outro dia, o meu psicólogo me disse isto, sem eu sequer ter pronunciado, em consulta alguma, o que me ia na alma sobre este assunto. Segundo ele, eu tenho o dom da palavra e valorizo-a muito nos outros (por vezes, demasiado até...), o que me faz sofrer/ficar triste quando me magoam com palavras que eu não quero ouvir e/ou não mereço, ou com palavras que não são pronunciadas, ficando um vazio incómodo. Talvez seja por isso que, cada vez mais, me sinto livre de dizer coisas boas às pessoas que me são queridas, porque sinto falta disso. Se me apetece dizer, digo e pronto. Há quem diga que é o afecto o mais importante para sermos felizes. Eu concordo, mas acrescento o afecto dado com as palavras. O dizer "Gosto de ti", "Tenho saudades", "Senti a tua falta" ou um simples "Gostei de te ver", fazem-me sentido quando ditos com sinceridade e enchem-me a alma. Agarro-me a eles para aumentar a minha sustentabilidade emocional. Às vezes também escrevo e acabo por ir ler quando me sinto mais tristinha e acreditem que resulta. Cada vez mais, também evito dizer em voz alta palavras negativas, porque se elas têm poder para o bem, também têm para o mal. Talvez exija demasiado dos outros, idealizando as pessoas à minha imagem e personalidade, mas não consigo deixar de valorizar quando se preocupam comigo ou com os meus, quando me oferecem um ombro amigo num momento mais difícil (prometeste-me que chegavas aos 100, ok meu anjo?) ou quando me animam só com uma simples palavra amiga, que funciona como um abraço sentido. A palavra, sempre o poder da palavra. E eu sou pessoa de palavra... e de palavras.

9 de junho de 2013

Home Sweet Home

Sair ou não sair de casa dos pais antes dos 30, eis a questão. Conheço muita gente que faz do sair de casa dos pais antes dos 30 um objectivo. Tudo bem, nada contra, mas eu, neste momento, não me incluo nesse grupo. Já me incluí. Faz parte do crescimento? Eventualmente. Vou-me sentir infeliz por ainda viver com os pais? Não me parece. Quando o meu irmão saiu de casa aos 30 para ir viver junto, achei que era super tarde, que quando fosse eu iria sair muito mais cedo, bla bla bla. Se me perguntarem o que eu tinha idealizado há uns anos atrás, obviamente, que respondo "estar casada/junta, logo, a viver com a cara metade, fora da casa dos pais". Feliz ou infelizmente, o destino assim não quis e eu tive (ou tenho, não sei bem) de me adaptar. Já tive a (breve) experiência de viver fora e ok foi giro e tal, mas não. Pelo menos por enquanto, não. Tal como a M. disse e muito bem: "as coisas têm de se proporcionar". E ainda não se proporcionaram. Não gosto de estar sozinha, pelo que não me imagino a ir todos os dias para casa e não ter ninguém com quem falar/partilhar algo. Não gosto de casas pequenas, pelo que não me imagino a ir todos os dias para um apartamento do tamanho da minha sala. Não gosto de estar constantemente a contar os tostões, pelo que não me imagino a ter de viver dependente de uma prestação da casa (já assim, sabe Deus!). Dou-me bem com os papis, gosto de estar perto da asa da mãe (e das comidinhas!!!), saio quando tenho de sair, chego quando tenho de chegar, dou as satisfações que tenho de dar, convido quem quero convidar... e a maior parte dos meus amigos já têm a sua casinha, portanto, eu sigo a máxima de "Tu casa es mi casa". Para ser sincera, acho que o que sinto mais falta é de um espaço para decorar... hum... acho que vou investir numa casa de fim-de-semana/férias!! Vou só ali ver o meu registo do Euromilhões para ver se estou meia (porque há jackpot novamente) excêntrica! :)