8 de abril de 2013

Happy Sunday

Ontem foi, sem dúvida, um dia Happy e tanto que eu precisava... Mas adiante... O dia começou (bem, não me vou pronunciar sobre os mais de 30 minutos parada numa fila com a temperatura do espertinho a subir... e a minha também!!) com uma bela de uma corrida (caminhada, vá!) nos 5km mais felizes do Planeta! Não sei se são os mais felizes, mas que estão lá perto, lá isso estão. Um bom grupo de amigos; um tempinho de caca, mas que lá se foi aguentando; algumas expectativas sobre como se ia processar tudo e, no início, durante e no fim, muita diversão (até o tempo de espera para partir se passou bem). Só acho que devia haver mais música durante a prova (com discos pedidos, sim Z.?) e que cada um dos participantes deveria ter levado um bem alimentar. Assim de repente juntavam-se 15000 pacotes de açúcar, farinha, massa e/ou arroz e ajudava-se uma ou mais instituições. Não custava nada e quem mais precisa agradecia! Fica a sugestão. Haverá corridas em Braga, Coimbra e Lisboa, portanto, ainda podem participar. Vale a pena! Depois de uma boa banhoca e de um almoço de domingo mais tardio do que o habitual, segui para o Teatro Sá da Bandeira para ver a peça "Lar Doce Lar" (com bilhete oferecido ainda sabe melhor!ehehehe). A sala estava cheia de idosos fófinhos a mandar bitaites de umas filas para as outras (excursões! Muitas excursões!!) e deu logo para animar a malta. A peça em si é de rir. Não foi das melhores que já vi do meu querido Monchique, mas vale a pena na mesma. Tem piadas boas e o trabalho daqueles dois actores (Joaquim Monchique e Maria Rueff) a fazerem quase 10 personagens, é de louvar. Ainda há bilhetes para o próximo fim-de-semana, portanto, se quiserem dar umas boas gargalhadas, já sabem!

6 de abril de 2013

"Deita cá para fora"

Há alturas na vida em que temos demasiadas perguntas para tão poucas respostas. Queremos perceber o por quê, mas ninguém nos explica. Há alturas na vida em que os dias nos parecem demasiado sombrios e assustadores para continuar. Queremos saber quando vão acabar, mas ninguém nos diz. Há alturas na vida em que parece que carregamos o mundo nas costas. Queremos perceber por quê nós, mas ninguém nos responde. Há alturas na vida em que parece que ninguém nos compreende, nos dá valor nem se preocupa connosco. Queremos perceber por que damos tanto de nós aos outros e esses outros não nos acarinham como desejaríamos, mas ninguém parece interessado em dar uma resposta. Há alturas na vida em que o mundo parece estar contra nós, mas talvez sejamos nós que estamos contra o mundo. Como diz a minha querida H., não há dias bons nem maus, tudo depende da perspectiva como os vemos. À medida que "cresço" nesta coisa de vida adulta (boring!), conheço cada vez mais pessoas que têm tudo para serem felizes e não são, por um ou outro motivo. Pessoas que desistem do futuro, de serem felizes e, em última análise, de viver. Coragem para continuar ou coragem para desistir, a eterna questão... Acto egoísta ou desesperado? Há uns anos atrás era a primeira pessoa a criticá-las, mas hoje, a vida fez-me ver as coisas sob um outro prisma (continuo a dizer que era mais feliz quando vivia no meu mundo cor-de-rosa...). Custa-me muito aceitar que as pessoas desistam. Muito mesmo. Ainda para mais pessoas que nunca esperaríamos que o fizessem... pessoas, aparentemente, felizes. Numa tentativa de acalmar a minha alma, prefiro pensar que algo de sobrenatural aconteceu, como diz a minha querida L. E custa-me muito pensar no sofrimento de quem fica. Sem dúvida que, mais do que quem vai, preocupa-me quem fica e é, sobretudo, por esses que rezo. É a esses que tenho dedicado as minhas orações. Dizem que o tempo cura (quase) tudo e é nisso que temos de nos apoiar para superar situações que, ao longo da vida nos vão pondo à prova. Isso e o procurar ajuda. Sem medo. Sem vergonha. http://www.youtube.com/watch?v=DxDaHbonSUI&list=PL8B7BC5F7F4421C7B

29 de março de 2013

Ratatouille

Há três coisas que eu adoro nas épocas festivas do Natal e da Páscoa (bem, se contarmos com as prendas, são quatro!): a comidinha boa e os doces maravilhosos, o convívio em família e... os filmes!!! Ponho sempre a gravar uns quantos e agora estou coladíssima a ver, pela milionésima vez, o meu filme preferido de bonecos (a par do "Rio"): "Ratatouille"!! Simplesmente adoro este filme. Gosto de ratos, pronto. E o Ratatui é super fofo e faz-me lembrar o meu Kiko (snif! Snif! Saudades...). Além disso passa-se em Paris e j'adore Paris! :) Boa Páscoa!!

24 de março de 2013

Surfista solitário

Nunca pensei dizer isto, mas acho mesmo piada à nova música do Gabriel o Pensador. Talvez seja a depressão de ver este tempo de caca lá fora, a vontade de que chegue o bom tempo, ou o facto de que esta música me transmite boa disposição e a alegria do Verão. Ai, ai, já me imagino a ouvi-la com os cabelos ao vento e a sentir o calor no rosto! http://www.youtube.com/watch?v=6jDJXjSeNIg P.S. Com mil repolhos que nunca consigo colocar aqui links, portanto, vai mesmo à moda antiga: copy/past! Foto vinda directamente do Brasiuuuu! Obrigada M.!! Love you! :)
Não, é sempre bom saber que o Sócrates vai voltar a aparecer-me na TV, agora como comentador da RTP... É um escândalo ter de (continuar a) pagar com os nossos impostos a esse filósofo de meia tigela. Sem comentários.

22 de março de 2013

Cromos

Anda uma pessoa a criar um filho (ou sobrinho, ou primo, ou afilhado, ou irmão, ou coisa que o valha) para depois vê-lo a fazer figurinhas tristes por ídolos pop armados em idiotas como o Bieber (não vejo ninguém a queixar-se por ficar dias a dormir ao relento à porta do Pavilhão Atlântico, nem passar horas nas filas para comprar o bilhete e/ou assistir na primeira fila ao concerto mas, se for preciso, são os primeiros a queixarem-se por causa da fila na cantina da escola, na Segurança Social, no Centro de Emprego,...), ou com bebedeiras do tamanho de um camião, a dizer que têm de fechar as portadas das janelas para não haver acidentes por causa do álcool como o que houve no ano passado em Lloret (já no meu tempo, em mil novecentos e carqueja, aconteceu uma situação destas...), nas viagens de finalistas. Andam os pais a endividar-se para pagar as viagens, os concertos e tudo o resto aos meninos, para depois terem que passar a vergonha de vê-los no Jornal da Noite com grande balde de cerveja na mão, a dizer/fazer baboseiras... Que cromos! Faz parte, é vero, mas que é uma altura muito estúpida, lá isso é. É nestas alturas que agradeço ter tido uma adolescência bem normalzinha e sem (grandes) figuras que me envergonhem.