24 de janeiro de 2013
Coopera S.Peter, coopera!!
Fico mesmo happy quando encontro algo que procuro há muito tempo e por um preço super simpático (as tais, querida J.)! Já há algum tempo, que procurava umas em tom de castanho/bege para substituir as velhinhas dos mesmos tons, mas nada me enchia as medidas e/ou me assentava bem. Embora adore sabrinas/bailarinas, o facto de ter o pé comprido e magrinho, faz com que este tipo de calçado nem sempre me fique bem... Não foi o caso destas pequerruchas que, por enquanto, habitam na minha sapateira, mas que, logo logo, vão me acompanhar para todo o lado... caso o S.Pedro coopere!! A propósito, já estou fartinha deste tempo deprimente. Não há por aí uns dias de sol como o de hoje para animar a malta ó S.Peter? Muito agradecida.
21 de janeiro de 2013
A porquinha Peppa...
... vai lançar novo dvd, intitulado "« 'ma mala» nova e outras histórias". Corram para a Fnac antes que esgote!! :)
20 de janeiro de 2013
Estejamos vivos, então!
Há uns bons anos atrás, uma amiga do coração apresentou-me este texto, que ainda hoje me enternece e me faz pensar: "Morre lentamente, quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente, quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente, quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente, quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece, ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar." Martha Medeiros
18 de janeiro de 2013
JSF
Tenho saudades dos Jogos Sem Fronteiras. No outro dia, estava a ver o que dava nos 1500 canais da MEO em que não dá nada de jeito e dei por mim colada à RTP Memória a ouvir a inconfundível voz do Eládio Clímaco e a torcer pela minha/nossa equipa! Bateu uma nostalgia daqueles serões em família, que nem vos digo nem vos conto. Ver este programa (juntamente com o Festival da Canção) faz parte da minha infância e acredito que muitas de vós partilhem da mesma opinião/sentimento. Os jogos e os cenários eram super divertidos, aprendia-se algo sobre as terras dos concorrentes (ok, a Amadora não é propriamente o sítio mais bonito de Portugal, mas pronto) e, apesar de concorrermos contra os países europeus da velha guarda... ganhávamos imensas vezes!! Era fantástico!! Bem que podiam voltar a produzir os JSF para ver se voltávamos a ganhar e, consequentemente, podia ser que tivéssemos mais garra e orgulho em sermos portugueses! Temos tanta, mas tanta coisa boa tuguinhas do meu coração!
16 de janeiro de 2013
Um dia...
... ainda vou perceber por que é que a Desigual se chama Desigual se, na verdade, é sempre igual... mas hoje não é o dia.
13 de janeiro de 2013
Bolo de chocolate
Ora bem, parece-me que haverá poucas coisas melhores no Mundo da doçaria do que um bom bolo de chocolate. Deixo-vos com o meu Top5 (se tiverem mais sugestões, "chutem"), não necessariamente por ordem porque, como já disse aqui uma vez, o meu coração é muito grande e consigo gostar de muitos bolos de chocolate ao mesmo tempo: Cafeína (na Foz, Porto); Pimenta Rosa (no Centro Comercial Miguel Bombarda, Porto); Bem-me-quer (vegetariano na Almirante Reis, Lisboa); Mercearia Vencedora (no Campo Pequeno, Lisboa); Landeau (no Lx Factory, Lisboa). E como não podia deixar de ser, que tal uma receita para fazerem na vossa tarde domingueira? É um bolo mais de sobremesa, mas vão por mim que é delicioso!
Ingredientes: 6 ovos, 4 colheres de sopa de farinha, 250g de açúcar, 250g de manteiga e 200g de chocolate em barra (para mim, Pantagruel é o melhor).
Como fazer: Derreter numa caçarola a manteiga com o chocolate. Numa tigela, bater o açúcar com as gemas e, numa outra tigela, as claras em castelo. Misturar a manteiga/chocolate com o açúcar/gemas. Juntar as claras em castelo, alternadamente com a farinha. Colocar numa forma (daquelas em que sai o fundo) e levar ao forno a 180º, +/- 15 minutos com o forno ligado e +/- 15 com o forno desligado. Passados estes 30 minutos, retirar do forno e deixar arrefecer para desenformar. Não se preocupem se ficar muito baixinho porque é mesmo assim! É quase como se fosse mousse de chocolate sólida porque leva mesmo pouquinha farinha. Podem polvilhar com um pouco de açúcar em pó e decorar com umas framboesas. Agora é ao vosso gosto! Bom apetite!
11 de janeiro de 2013
PIDE
Há já uns dias que tinha visto no blog da Stylista, que a Samsung tinha feito uns vídeos com alguns bloggers sobre os seus desejos para 2013. Quando vi que o vídeo estava online, pensei cá com os meus botões: "Mas quê? Vou perder tempo a ver meia dúzia de pessoas que não conheço de lado nenhum a pedir este mundo e o outro? Nããããã... Quando abrem a boca acho-as sempre tão "afectadas" a falar, que só me apetece mandá-las para terapia da fala (gosto de "lê-las", mas não gosto de ouvi-las, admito)!". E pronto. Ficou por aí. Qual não foi o meu espanto, quando ao ler o JN online, vejo um artigo sobre o tal vídeo, que está na ordem do dia (pelo menos o mais censurado). Como sou muito curiosa, aí tive mesmo de ir ver o vídeo da tal rapariga que nunca tinha visto na minha vida. Espanto? Nenhum. Fala de forma "afectada", tal como eu tinha imaginado, não disse nada de que eu não estivesse à espera e pediu desejos como qualquer pessoa pediria. O vídeo era isso mesmo: pedir desejos. Se ela "pede" uma Chanel em vez de três malas Primark, é lá com ela. Melhor para ela. Parece-me bom sinal... para ela. O que é que nós temos a ver com isso? NADA (quer dizer, eu também queria uma!!buahhh). Ela não me pediu a mim, até teve a delicadeza de dizer que estava a juntar dinheiro para isso (parece-me simpático não dizer que vai pedinchar aos pais) e, portanto, acho ridículo que as pessoas a enxovalhem desta forma. Não querem ver vídeos de pessoas, aparentemente, fúteis? Não vejam. Se são bloggers de moda, é natural que falem de moda e de coisas mais "fúteis". É a área delas. Vem algum mal ao Mundo por termos desejos consumistas? Não, não vem. Cada um sabe de si e das suas prioridades, e não temos de ser todos iguais, nem gostar todos das mesmas coisas. Agora, só porque o país está em crise não podemos exprimir-nos livremente? As redes sociais e os meios de comunicação social (no geral, obviamente que há muitas excepções), fazem, actualmente, o papel de PIDE, devendo ter vergonha da forma como enxovalham as pessoas. Eles e nós em geral, que temos sempre alguma coisinha a dizer sobre a vizinha do lado. Todos temos telhados de vidro e devem contar-se pelos dedos as pessoas que, enchem a boca para criticar os outros, mas não têm nada de "fútil" que se lhes aponte. Se calhar, se fumassem menos e outras "futilidades" que tais, até conseguiriam poupar... para uma imitação da Chanel. Quem sabe... A/s rapariga/s ficou/aram mal na foto, é verdade, mas pior ficou a Samsung, que não sei onde raio "tinha" a cabeça para não achar que isto ia cair que nem uma bomba. Se o objectivo era que as pessoas falassem dos vídeos (e, inerentemente, da marca), fosse bem ou mal, tudo bem, mas se era para só falarem bem, é óbvio que isso não ia acontecer. Ou diziam a cada um dos bloggers o que queriam que estes dissessem, ou arcavam com as consequências, não era "sacudir a água do capote", como depois fizeram. Moral da história: puseram-se todos a jeito, foi o que foi.
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