Ao longo de vários anos de observadora nata tenho-me deparado com uma questão curiosa: pessoas que vão para a praia cheias de bijuteria (a roçar a árvore de natal...). Ele é o colar com a cruz "à betinha", a Pandora a pesar quilos, os anéis e, claro está, os super brincos. Confesso que me faz alguma espécie ver tanta tralha a reflectir os raios de sol contra os meus olhinhos sensíveis, já para não falar do facto de odiar marcas e, portanto, para mim é impensável ficar com tatuagens de pele branca (acreditem no que vos digo, eu que usei anos e anos a pulseirinha do Sr. do Bonfim sem nunca lá ter metido os pés...). Claro que depois há os cremes e o próprio suor típico de um dia de Verão e o facto de, na minha opinião, a praia ser um local onde o sentido prático é o mais importante...enfim... E por falar em bijuteria de Verão...estou completamente rendida com um anel da CK que fica perfeito com as calças coral e a pele moreninha. Love it!:)
17 de agosto de 2011
10 de agosto de 2011
Mãe do coração
Ainda esta semana, num lanchinho muito agradável com as amigas de sempre, falou-se de um assunto que começa a fazer parte dos temas de conversa: filhos. Ter ou não ter, eis a questão. Pois bem, é um facto que o Homem foi feito para procriar, mas também é um facto que não temos de querer todos as mesmas coisas, nem fazer todos as coisas da mesma forma. Há várias opções de ser e estar na vida e, ter filhos, pode, pura e simplesmente, não fazer parte dos planos de uma pessoa/casal. E não, quem não quer ter filhos não tem de ser visto de lado, ser alvo de comentários do género: "Ai coitados, não devem poder ter filhos...de quem será o problema?" ou ser visto como egoísta e um pobre coitado que mais tarde se vai arrepender (a este propósito, já ouvi muito pai e muita mãe a lamentar-se por ter filhos, o que nem sempre é agradável de se ouvir e, acredito, de sentir...). Sim, minhas queridas, há pessoas que não querem ter filhos, assim como há pessoas que não fazem questão de ter filhos biológicos. Nem sempre a realização plena passa pela maternidade típica. Nem sempre a felicidade pura implica ser mãe. Nem sempre a mesma opinião dura uma vida inteira. Mas agora, neste momento, ser mãe do coração faz o meu transbordar de alegria e orgulho: para ti M., o meu pequeno grande amor.
3 de agosto de 2011
Forever Friends?
A propósito de uma música que ouvi na rádio apetece-me escrever sobre o gostar de alguém. Mas não é o gostar de um alguém qualquer... é o gostar de um melhor amigo. Não sei porque raio o autor da dita música se lembrou de a certa altura escrever: "lucky i'm in love with my best friend". De certeza que nunca viveu esta experiência que, tanto pode ser boa, como má. Passo a explicar: no caso de ambos os amigos estarem na mesma onda, sim é capaz de ser muito bom iniciar um relacionamento amoroso. Já se conhecem (assim como as respectivas famílias), têm coisas em comum, há uma amizade base, fundamental a qualquer relação. Por outro lado, no caso de apenas um estar para aí virado, é uma complicação gerir tudo isto. É o não querer ferir sentimentos, não saber até onde vai um acto de amizade que não possa ser mal interpretado, é o saber balançar a razão e a emoção... Não se começa uma relação para não se perder uma amizade e, acaba-se por perder uma amizade sem se ter uma relação. Estúpido não é? Acredito que até pode funcionar para alguns, caso contrário não se escreviam músicas sobre isto e muito menos Hollywood perdia tempo a fazer filmes e mais filmes em que os melhores amigos vivem felizes para sempre. Mas na vida real, a vida de cada um de nós, as coisas não são assim tão lineares...e eu pergunto-me: não podem os melhores amigos continuar só e simplesmente a ser os nossos melhores amigos de sempre?
1 de agosto de 2011
A Pipoca Mais Doce (tive de postar aqui. Muito bom)
Não temos para sempre 27 anos. Nem 18. Nem 35. Não temos duas oportunidades. Não andamos por cá duas vezes. Temos uma vida. Temos esta vida. Que é boa, que é má, que é assim-assim. Mas só temos esta. Andamos na estrada a 180 porque a nossa condução é fiável. Tomamos drogas, bebemos mais do que a dose. Fodemos a vidinha aos outros porque não temos nada mais giro para fazer. Somos estúpidos. Cada um de nós, à sua maneira. Perdemos tempo com merdas que não interessam a ninguém. Somos maldosos, imbecis, porque nos esquecemos que tudo volta a duplicar. What goes around comes around. Irritamo-nos com tudo, perdemos a tolerância. A felicidade alheia chateia. E enquanto chateia, a vida passa. E enquanto apontamos o dedo, não estamos a dar por isso. E enquanto choramos sobre o leite derramado, não estamos a dar por isso. E enquanto estamos tão iludidos a olhar para o nosso umbigo, não estamos a dar por isso. E enquanto vivemos a vida dos outros (e a dissecamos, e a julgamos, e a condenamos), não estamos a dar por isso. E um dia o carro vira-se numa curva. E um dia a doença toma conta de nós. E um dia encontram-nos caídos em casa, porque o coração cedeu, inexplicavelmente. E um dia um maluco larga uma bomba, mata-nos a tiro.
16 de julho de 2011
Quem espera sempre alcança...

Já passou quase um mês desde a última vez que escrevi... Não tem sido fácil mas os resultados finais estão à vista e estou muito Happy e orgulhosa do meu caminho... Ontem para desanuviar de mais um congresso fui dar uma espreitadela à Zara. Que saudades! Sim, porque não sei se acreditam mas ultimamente dou por mim a fazer compras na La Redoute!! Pareço uma tolinha sempre metida em casa mas...adiante... Lá fui eu aos Saldos e, para grande espanto, estavam à minha espera umas calças azulão do meu tamanho que já andava a namorar desde, praticamente, o início da colecção!! Nem queria acreditar. E melhor, sabem por quanto? 12 euros e 99 cêntimos! AMEI! Depois das cor de fogo (que já foram baratas) estas foram a cereja em cima do bolo! :)
19 de junho de 2011
Fim-de-semana pessoal
Ai ai! Não há nada como ficar um fim-de-semana em casa empenhada em começar, continuar e acabar um projecto de investigação. Nos intervalos come-se umas bolachas, dá-se uma volta pelo jardim, vai-se ao Facebook e ao email, fazem-se mais mil trabalhos de grupo paralelos, investiga-se locais para festejar o aniversário e locais de férias, manda-se umas mensagens,... e, melhor que tudo, dorme-se a sestinha depois do almoço! Nossa, como eu andava a precisar deste retiro, não espiritual, mas pessoal. Para recarregar baterias para as próximas semanas de CAOS total.
Já não me lembrava de me levantar cedo a um domingo de manhã e sair de carro. Já experimentaram? Não se vê ninguém. Apenas um ou outro condutor domingueiro e pachorrento. Mas depois percebi onde é que eles estavam todos... No posto de abastecimento da Galp!! :) Ah! Pois! Não fui só eu que tive a mesma ideia! Mas, graças à boa disposição reinante até foi agradável o tempo de espera para abastecer... e quase que dava para cochilar mais um pouco... ;)
31 de maio de 2011
Um amor pode durar uma vida inteira?
Hoje deixo-vos com o excerto de um texto do Miguel Esteves Cardoso...Aqui vai:
"Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha... é o nosso amor, o amor que se lhe tem".
Lindo, Lindo, Lindo! Amei. Simplesmente amei. Sou ou não sou uma romântica incurável?
P.S. Obrigada L.
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